A história de Ancient Civilizations Kuhikugu na Amazon
Derived - Kuhikugu Amazon - Em 29 de abril de 1925 Fawcett ainda estava em contato com sua esposa através do telégrafo, ele disse que entraria em uma área fechada de civilização na Amazônia, atravessará o rio Xingu superior no sudeste tributário da Amazônia . E como já não se ouviu notícias deles. Matto Grosso é o nome da região do rio Xingu ao redor do local onde eles desapareceram.
Muitos que pensaram que foram mortos pela tribo indígena local, a tribo Kalapalos, uma das três tribos indianas que se encontraram com eles, disseram que pareciam estar doentes. Não há corroboração do assassinato por tribos indianas cujo território eles entram. Porque as tribos indianas na região de Matto Grosso são amigáveis, exceto os índios para o leste.
Em 1927, uma placa pertencente ao nome de Fawcett foi encontrada em uma das outras tribos indianas, mas verifica que a placa é fornecida diretamente pela expedição de Fawcett para a cabeça da tribo nos últimos 5 anos. Companheiro anehdidunia.com em junho de 1933, o coronel Aniceto Botelho encontra uma bússola pertencente a Fawcett na região de Mato Grosso, em torno da tribo indígena Bacairy.
E os resultados da investigação disseram que a viagem para as regiões selvagens da Amazônia começa depois que a bússola se atrasa no assentamento Bacairy. Pode ser que ele tenha parado no bairro, a intenção de entrar na floresta e foram hospedados por tribos Bacairy e a bússola trouxe esquecido.
Reunião com outros navegadores
Em um livro que eu li (O Destino do Coronel Fawcett), há dois outros exploradores que nunca conheci Fawcett no interior da Amazônia, Fawcett disse viver por cinco anos com os índios. Ele coleciona uma grande variedade de pedra com um mais novo e um pouco mais velho novamente. Primeiro explorador de Tom Roch, que os descobriu em 1931 na região de Matto Grosso.
E um era Miguel Trucchi. Para Miguel, Fawcett disse que ele tem um motivo especial para ficar e morar com os índios no interior, mas sua localização em Matto Grosso não se encontrou em Rio das Mortes, mas.
E em julho de 1933, um administrador apostólico da região de Matto Grosso, chamado Monseigneur Couturon, envia notas via jornada do rio quando Kuluene menciona que conheciam três características de marca registradas correspondentes ao time Fawcett em 1932, são relatados Fawcett foi escrito ao vivo e estabeleceu Aruvudu com índios . Jack Fawcett junior casou-se com mulheres indianas e teve um menino.
Mas em 2005, surgiu outra história, uma escritora do New Yorker, David Grann visitou as tribos indianas Kalapalos e conseguiu a história de boca em boca que, Fawcett e sua equipe se estabeleceram com eles por um tempo e seguiram para o leste.
A tribo Kalapalos também advertiu-os a não entrarem na civilização que estão olhando para o leste, porque a área era protegida por tribos indianas que gosta de atacar.
Cinco dias de fumagem visível bumbungan de Fawcett para septinggalan para o leste subindo de seu acampamento. Tudo isso foi testemunhado por Kalapalos tribais. A história completa sobre a trilha de busca Fawcett escreveu o livro The Lost City of Z.
Civilização de Kuhikugu e The Lost City of Z
Bem, começamos a pesquisa. Kuhiguku é uma relíquia do passado local de uma civilização indiana na floresta amazônica, localizada no sudeste do rio a montante Xingu, no Brasil. O que é único com este site, quase todos escritos por exploradores portugueses no Manuscrito 512, semelhante a este site.
O manuscrito 512 conta um grande portão para a cidade, rodeado por grandes casas e sem templo, a cidade misteriosa sem moradores que tinha uma praça magnífica, piscinas de fonte e ruas largas. O companheiro anehdidunia.com ficou maravilhado com quem alguém ficaria maravilhado se você visse a forma de uma cidade magnífica que nunca foi vista. Bem, como o site Kuhiguku? O site foi descoberto pela primeira vez por Michael Heckenberger Kuikuro com tribos locais que são descendentes da tribo Kuhikugu.
O site está localizado no rio Xingu superior, tem um total de vinte e oito cidades e aldeias em uma área de 7.700 quilômetros quadrados, capaz de acomodar 50.000 habitantes. A civilização estimada existia há 1.500 anos, resolviam cerca de 400 anos atrás.
Muitas das trincheiras que foram construídas palisades em torno de assentamentos, tem uma praça circular medindo cerca de 150 m em algumas cidades. Municípios e assentamentos Kuhikugu estão conectados por amplas estradas, os rios foram colocados ao lado da rodovia com pontes para pedestres que podem ser atravessadas por canoas abaixo.
A população que vive na agricultura, também constrói barragens e lagoas de peixe. E a tradição de criar peixes ainda é continuada pela tribo Kuikuro que herdou a tradição de sua tribo predecessora, civilização Kuhikugu.
A civilização começou a ser abandonada nos primeiros habitantes do século XVI, quando os exploradores europeus vieram e se estabeleceram em seus assentamentos com uma praga. Quase dois terços da população morreram como resultado desse surto, e a cidade foi engolfada pela grossa selva amazônica, até que foi redescoberta pela porta
domingo, 20 de agosto de 2017
terça-feira, 1 de agosto de 2017
Lopes Imobiliária
A verdade sobre as contratações da Lopes Imobiliária em São Paulo é que os superintendentes recrutadores prometem ganhos financeiros astronômicos, o que não é verdade, pois utilizam todo pessoal contratado como massa de manobra para crescimento dos superiores quer contratam, as irregularidades são muitas. A começar, a pessoa para poder se inscrever tem de assinar várias papeladas e contratos mas não pode datar os documentos, depois disso a pessoa começa a trabalhar como CORRETOR DE IMÓVEIS sem ao menos ter noção da profissão, após um mês de trabalho de domingo a domingo a pessoa dá entrada no CRECI, e continua trabalhando como CORRETOR DE IMÓVEIS, o que é proibido por lei, a pessoa que é pega exercendo a função de corretor sendo estagiário, paga multa à fiscalização de R$ 2.000,00. As práticas abusivas não terminam por ai, sendo estagiária a pessoa tem de trabalhar sobre supervisão e no máximo seis horas por dia de segunda a sexta, enquanto que os superintendentes da Lopes Imobiliária cobram no mínimo 10 horas diárias, de domingo a domingo.
segunda-feira, 31 de julho de 2017
AFINAL QUEM NASCEU A 10 MIL ANOS ATRÁS?
AFINAL QUEM NASCEU A 10 MIL ANOS ATRÁS?
Antes de ler a postagem, analise a música e as linhas destacadas da mesma. Através delas, que foi descrito a opinião.
Eu nasci há dez mil anos atrás
Raul Seixas
Composição: Raul Seixas / Paulo Coelho
Um dia, numa rua da cidade, eu vi um velhinho sentado na calçada
Com uma cuia de esmola e uma viola na mão
O povo parou pra ouvir, ele agradeceu as moedas
E cantou essa música, que contava uma história
Que era mais ou menos assim:
Com uma cuia de esmola e uma viola na mão
O povo parou pra ouvir, ele agradeceu as moedas
E cantou essa música, que contava uma história
Que era mais ou menos assim:
Eu nasci há dez mil anos atrás
e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi cristo ser crucificado
O amor nascer e ser assassinadoEu vi as bruxas pegando fogo pra pagarem seus pecados,
Eu vi,Eu vi Moisés cruzar o mar vermelho
Vi Maomé cair na terra de joelhos
Eu vi Pedro negar Cristo por três vezes diante do espelho
Eu vi,
O amor nascer e ser assassinadoEu vi as bruxas pegando fogo pra pagarem seus pecados,
Eu vi,Eu vi Moisés cruzar o mar vermelho
Vi Maomé cair na terra de joelhos
Eu vi Pedro negar Cristo por três vezes diante do espelho
Eu vi,
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi as velas se acenderem para o Papa
Vi Babilônia ser riscada do mapa
Vi conde Drácula sugando o sangue novo
e se escondendo atrás da capa
Eu vi,Eu vi a arca de Noé cruzar os mares
Vi Salomão cantar seus salmos pelos ares
Eu vi Zumbi fugir com os negros pra floresta
pro quilombo dos palmares
Eu vi,
Vi Babilônia ser riscada do mapa
Vi conde Drácula sugando o sangue novo
e se escondendo atrás da capa
Eu vi,Eu vi a arca de Noé cruzar os mares
Vi Salomão cantar seus salmos pelos ares
Eu vi Zumbi fugir com os negros pra floresta
pro quilombo dos palmares
Eu vi,
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi o sangue que corria da montanha
quando Hitler chamou toda a Alemanha
Vi o soldado que sonhava com a amada numa cama de campanha
Eu li,
Eu li os simbolos sagrados de UmbandaEu fui criança pra poder dançar ciranda
E, quando todos praguejavam contra o frio,
eu fiz a cama na varanda
quando Hitler chamou toda a Alemanha
Vi o soldado que sonhava com a amada numa cama de campanha
Eu li,
Eu li os simbolos sagrados de UmbandaEu fui criança pra poder dançar ciranda
E, quando todos praguejavam contra o frio,
eu fiz a cama na varanda
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos atrás)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais
não, não porque
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos atrás)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais
não, não porque
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos atrás)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais
Não, não
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos atrás)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais
Não, não
Eu tava junto com os macacos na caverna
Eu bebi vinho com as mulheres na taberna
E quando a pedra despencou da ribanceira
Eu também quebrei e perna
Eu também,
Eu fui testemunha do amor de RapunzelEu vi a estrela de Davi brilhar no céu
E praquele que provar que eu tou mentindo
eu tiro o meu chapéu
Eu bebi vinho com as mulheres na taberna
E quando a pedra despencou da ribanceira
Eu também quebrei e perna
Eu também,
Eu fui testemunha do amor de RapunzelEu vi a estrela de Davi brilhar no céu
E praquele que provar que eu tou mentindo
eu tiro o meu chapéu
(eu nasci)
Eu nasci
(há dez mil anos atrás)
Eu nasci há dez mil anos atrás
(e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais)
Eu nasci
(há dez mil anos atrás)
Eu nasci há dez mil anos atrás
(e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais)
“Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás”
Quem nasceu há dez mil anos atrás?
Algumas pessoas afirmam que seria o diabo, mas será ele mesmo?
Afinal o que quer dizer essa música?
É uma afronta a alguma religião? Acho que não!
A associação dessa canção de Raul Seixas e Paulo Coelho com o “mal” não possui fundamento algum, na realidade quem “viu cristo ser crucificado”, “a arca de Noé cruzar os mares”, entre outras citações bíblicas na música, foi o “diabo”? Não teria Deus presenciado às mesmas coisas? Ou só existia o “diabo”? Ou se trata dos dois e de todos os outros anjos e demônios? Ou de nenhum deles? Analise como essa musica gera interrogações, isso é incrível, ela é uma obra de arte, e se tratando de arte deve ser interpretada da maneira que quiser. Por isso analisei da minha, e que eu acredito.
“ignorância” à parte, se avaliarmos a letra como seres dotados de razão seremos os maiores equivocados nessa história. Quem afinal nasceu há dez mil anos? Onde podemos encontrar todos os assuntos citados nessa letra de música? A resposta é boba de tão simples: trata-se da história da humanidade; de “estar junto com os macacos na caverna” até “quando Hitler chamou toda a Alemanha”; ou seja: da pré-história à modernidade. (sim caro leitor, eu sei… é a mesma matéria que começamos a estudar lá no inicio na escola!)
Além disso, os fatos mencionados na canção não são encontrados em outro lugar se não em histórias passadas de geração para geração; foram acontecimentos do mundo dos quais não precisa ser nem um tipo de gênio para tomar conhecimento, porque eles começaram a ser transmitidos a partir de quando o homem deu início ao processo de formação da linguagem falada e da escrita, isso durante o próprio desenvolvimento desta habilidade racional. Tão sabidos são os fatos históricos que até mesmo um mendigo, “um velhinho sentado na calçada com uma cuia de esmola e uma viola na mão, SABE!”, (inicio da musica)
No entanto, o único erro desta música é gramatical. “Há dez mil anos atrás” é pleonasmo, porque tanto o “há” quanto o“atrás” indicam passado, é como “entrar para dentro, ou subir para cima” mas, gramática é muito complexa mesmo olha o tanto de erro que possui nesse texto. Kkkkk(riso). E o único demônio dessa história está presente só nas cabeças de quem a inventou, e muito mais presente que o próprio “Deus” no qual elas dizem acreditar, pois é isso que elas buscam. Dada a má intenção com a qual foi fantasiada: o preconceito! Isso comprova como a ignorância pode ser usada por determinados pensamentos pré-concebidos por parte de uma sociedade que se acha no direito de impor ou induzir a outra parte nem se quer tem a chance de se expressar antes de ser rotulada, subjugada e difamada.
Voltando a falar sobre a questão de Deus e o diabo, nãoseria Deus de quem viu o amor nascer, com a criação do mundo e o viu morre com o pecado do homem? ( “Eu vir o amor nasce e ser assassinado”)
Não seria Ele quem orientou Jesus a ser negado para que se cumprissem as escrituras? (Eu vi Pedro negar Cristo por três vezes diante do espelho)
* Não seria Ele quem orientou Noé a construir a arca e o guiou pelo planeta alagado?( Eu vi a arca de Noé cruzar os mares)
* Não seria Ele quem cantava os versos na boca de Salomão?(Vi Salomão cantar seus salmos pelos ares)
* Não seria Ele quem ascendeu à estrela de Davi?( Eu vi a estrela de Davi brilhar no céu)
*Não seria ele que está no velho, na criança, no soldado, nas moças do cabaré, no rico e no pobre? (Eu bebi vinho com as mulheres na taberna)
*Não seria ele que está no velho, na criança, no soldado, nas moças do cabaré, no rico e no pobre? (Eu bebi vinho com as mulheres na taberna)
*Não seria Ele quem inspira as pessoas a escreverem músicas que nos fazem cantar juntos.
As pessoas têm a necessidade de dar significado às coisas. Simbolismos. Cabe a cada um eleger aqueles com que se identificam.
Para mim, Raul foi um gênio, e a prova disso é que sua obra ainda vive. Não só pela polêmica, mas pela qualidade. Raul é imortal em sua obra e faz parte dos clássicos da música brasileira.
O início, fim e o meio ele se refere a uma só coisa (tempo) e quando a bíblia diz que Deus é onipresente e esta em todo lugar,ou seja a musica pode está falando de Deus há 10 mil anos até hoje. (eu estou em todo lugar, desde o inicio da humanidade da vida até o fim )
Prefiro acreditar em Deus a que o diabo, pois, agente alcança aquilo o que acreditamos. Não tenha medo de deixar sua cabeça pensar, não tem erro nenhum nisso. E não deixe a opinião dos outros seja mais verídicas que a sua, desde que esteja convicto da veracidade do seu pensar. Você tem capacidade de ser mentor de si próprio. Um abraço desse sonhador velhocantias, e deixe seu comentário. Por favor não seja anonimo, porque não sou anonimo....
sexta-feira, 23 de junho de 2017
quinta-feira, 15 de junho de 2017
sábado, 10 de junho de 2017
segunda-feira, 6 de março de 2017
domingo, 19 de fevereiro de 2017
Quando aparece no site da "caixa" a informação - não foram encontradas contas inativas habilitadas para saque pela MP 763/16 - como proceder?
não foram encontradas contas inativas habilitadas para saque pela MP 763/16
Desde terça-feira, o governo federal orienta os trabalhadores a consultar o saldo das contas inativas pelo site oficial da Caixa. Mas o portal pode "esconder" essas contas e confundir trabalhadores que se desligaram de empregos até 31 de dezembro de 2015, com direito a acessar as contas inativas. De acordo com a Caixa, não se trata de defeito no portal.
O que pode acontecer é que a empresa não fez o registro no sistema do desligamento do trabalhador ou não indicou o motivo do desligamento. Nesses casos, o trabalhador deve ir a uma agência da Caixa para regularizar a situação – diz o superintendente regional da Caixa em Porto Alegre, Ruben Danilo de Albuquerque Pickrodt.
Para quem o site informa que não foram encontradas contas inativas habilitadas para saque pela MP 763/16, o caminho é ir até uma agência com a Carteira de Trabalho e com o termo de rescisão de contrato.
– Nesses casos, além de regularizarmos a situação, também iremos conferir se a empresa fez corretamente os depósitos para o trabalhador. Mas se a conta apareceu no site da Caixa, é porque está tudo regularizado – reforma o superintendente.
Aplicativo
Outra situação que pode confundir o trabalhador é haver informações diferentes entre o site da Caixa e o aplicativo do FGTS que é possível baixar nos smartphones. A Caixa afirma que, no site, estão apenas as contas inativas para contrato rescindidos até 31 de dezembro de 2015, ou seja, as que podem ser sacadas.
– Já o aplicativo do FGTS mostra todas as contas que o trabalhador tem, até as que não estão disponíveis para saque – explica Ruben Danilo.
Para atender os cidadãos a Caixa modificou os horários nas agências. Até esta sexta-feira (17), a abertura ocorre às 8h. E neste sábado, excepcionalmente, algumas agências abrirão das 9h às 15h exclusivamente para atender esses trabalhadores. Entre os principais atendimentos está o auxílio na confecção do Cartão Cidadão, que poderá ser usado para saques de até R$ 3 mil em caixas eletrônicos, lotéricas e correspondentes Caixa.
POR DENTRO DAS CONTAS INATIVAS:
Quem tem direito
– Todo trabalhador que teve um contrato de trabalho finalizado até 31 de dezembro de 2015 (pediu demissão ou foi demitido por justa causa) e tem saldo na conta do FGTS. É possível ter mais de uma conta inativa, já que todo contrato com carteira de trabalho assinada tem uma conta de FGTS vinculada.
Como consultar
– Pode-se conferir a existência da conta inativa de FGTS de acordo com a MP 763/16 e qual é o valor do saldo por meio do site da Caixa.
Quando a conta não aparece no site
– Se você teve o contrato de trabalho finalizado até 31 de dezembro de 2015 e tem saldo, é possível que a empresa não tenha comunicado à Caixa o fim do vínculo empregatício.
– Nesses casos, a situação pode ser regularizada em uma agência da Caixa com a apresentação da rescisão de contrato e da baixa na Carteira de Trabalho.
– Se o trabalhador não tiver o termo de rescisão, deve procurar a empresa e pedir cópia da homologação da demissão.
– Caso a empresa não exista mais, a alternativa é procurar uma agência do Ministério do Trabalho e solicitar o documento.
– Outra possibilidade é procurar o sindicato , quando a homologação da demissão foi feita junto à representação da categoria.
Fonte: Caixa Federal e Instituto Fundo Devido ao Trabalhador
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Secagem da Madeira
Introdução
Em edição anterior desse nosso informativo digital Pinusletter (http://www.celso-foelkel.com.br/pinus_15.html#quatorze) foram destacados os principais defeitos de origem natural e de conservação da madeira dos Pinus. Faltaram ser comentados os defeitos e não-conformidades gerados através do seu beneficiamento. Assim, o objetivo desse texto técnico foi o de trazer aos leitores informações sobre como identificar e evitar tais problemas. Apesar de ser um recurso renovável, a crescente demanda mundial por madeira, assim como o aumento das preocupações ambientais, têm feito com que a sua utilização seja cada vez mais racional e sustentável. Com isso, todo esforço para reduzir ao máximo os desperdícios e aumentar a sua durabilidade. De acordo com Limeira (2003), os defeitos decorrentes do beneficiamento da madeira também são divididos em: defeitos de produção/desdobro e defeitos de secagem. Todas as mudanças e irregularidades negativas das características físico-químicas e mecânicas da madeira serrada são considerados defeitos, que no geral prejudicam a qualidade, assim como o desempenho da peça, limitando o seu uso (Martin et al. 2002). Logo, apesar das vantagens que a madeira possui, tais como a variabilidade de dimensões das peças, permitir ligações e emendas, boa resiliência e resistência mecânica, há também desvantagens no seu emprego, e uma das principais, com certeza, é a presença dos seus diversos tipos de defeitos. Eles causam a diminuição do volume da madeira aproveitada, perdas de rentabilidade, durabilidade e prejudicam a sua estética (Martin et al. 2002). Da mesma forma que os defeitos causados pela má conservação da madeira, os devidos ao beneficiamento podem também ser evitados, ou ao menos amenizados, garantindo melhores valores do produto na hora da classificação das peças.
Como já visto, os defeitos relacionados ao beneficiamento encontram-se em dois grandes grupos: os devido ao secamento ou secagem e os gerados durante a produção ou desdobro. Alguns dos principais defeitos de produção são as fraturas, as fendas, cantos quebrados e fibras reversas. Já para a secagem citam-se as rachaduras, o fendilhamento, o abaulamento, o arqueamento e a curva lateral (Zenid et al. 2009).
Há dois tipos de classificação dos defeitos: visual (por aparência) e por uso final proposto (Carreira et al. 2003; Carreira e Dias, 2006). Pela classificação visual das peças é que se classifica grande parte das madeiras provenientes de Pinus e de outras coníferas. Temos no Brasil o “Manual Prático de Normas Reguladoras de Qualidade das Madeiras de Pinho no Mercado Nacional", da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Dentre essas normas destacam-se a NBR 17700 e a NBR 11869, entre outras, que normalizam sobre a “Madeira Serrada de Coníferas Provenientes de Reflorestamento para Uso Geral” (Zenid et al., 2009; Zenid, s/d; Ferreira et al. 2003; Garcia e Ramos, 2008). Os últimos autores apontam, que apesar das normas existirem, ainda são pouco empregadas no mercado interno, havendo uma despadronização de dimensões de peças que prejudicam os diversos setores que necessitam da matéria-prima, principalmente o da construção civil. Logo, o uso das classificações, bem como das normas deveriam ser seguidos de forma mais rigorosa, possibilitando assim o melhor uso da madeira racional de acordo com os defeitos que possuem (Carreira e Dias, 2003).
Seguem a seguir a descrição dos principais defeitos da madeira devidos ao beneficiamento:
1. Defeitos de secamento ou secagem
A madeira, por ser um material orgânico, fibroso e poroso, logo após sua derrubada possui elevada quantidade de água que varia de acordo com a espécie, época de abate, idade da árvore, entre outros. Essa madeira recém cortada é denominada de madeira verde e em alguns casos a quantidade de umidade no seu interior pode chegar a exceder o seu peso seco (Limeira, 2003). O teor de umidade da madeira é muito relacionado à sua densidade: madeiras pouco densas, como as dos Pinus, têm mais espaços em sua estrutura para colocar água, logo são muito úmidas no abate.
Após o corte da árvore em toras, as paredes celulares passam a liberar a água livre contida no interior celular em grandes proporções, ocorrendo assim a secagem natural propriamente dita. A perda da umidade acontece até que essa se encontre em equilíbrio higroscópico com a umidade ambiental (Rodriguez, 2009). Durante a perda da água livre, a madeira não sofre contrações volumétricas. Isso passa a acontecer no momento em que começa a perder a água de adesão, que é aquela existente dentro das paredes celulares. A água de adesão, também chamada de água impregnada, somente pode ser extraída da madeira após a retirada da água livre do interior do lúmen celular. Isso ocorre normalmente quando se atinge cerca de 20 % do teor de umidade em relação ao peso seco da madeira. Esse estágio é chamado de "ponto de saturação de fibras" (PSF). Toda a perda de umidade abaixo desse ponto aumenta a sua resistência, gerando entretanto a perda de dimensões por contração da madeira (Szücs et al. 2006).
O secamento (secagem) da madeira é um processo extremamente importante para a sua maior durabilidade e conservação (Molina, 2009), ocorrendo também a transformação de alguns compostos antes orgânicos em inorgânicos por cristalização de íons (Limeira, 2003). Além disso, a perda de água em abundância faz com que apenas a água das paredes celulares permaneça na madeira. Sua retirada pode provocar tensões e contrações, que podem causar defeitos também devido à movimentação dos tecidos. Jankowsky e Silva (1985) relataram que durante a secagem da madeira forma-se um gradiente de umidade entre o interior da peça úmida e a superfície evaporante. Tal gradiente possui fluxo contínuo de movimento de água que vai depender das condições ambientais e da permeabilidade da madeira. Dessa maneira, o processo da secagem deve ser realizado de forma a evitar tensões internas demasiadas, assegurando-se o equilíbrio higroscópio apropriado entre a madeira e o ambiente e não permitindo-se problemas como dilatações e contrações (Rodriguez, 2009). Segundo o mesmo autor, há três tipos de secamento mais utilizados em madeiras: o secamento ao ar livre, o secamento artificial e o misto.
Na secagem em condições ambientais naturais (ao ar livre), as tábuas dispostas para secar são acondicionadas em locais bem arejados e sombreados. As pilhas são confeccionadas distanciadas do solo e mostrando espaços variados de separação entre cada peça, em função das dimensões das peças. Assim, o ar que vai passando entre os espaços livres faz seu papel para a retirada de umidade de forma progressiva, podendo chegar a percentagens de umidade de 11 a 15 % na madeira. (Bueno, 2000; Limeira; 2003; Rodriguez, 2009; Molina, 2009).
Já durante o processo artificial, as tábuas são acondicionadas em estufas contendo temperatura e umidades controladas. Nelas, há a circulação de ar quente, geralmente a 75°C, misturado com vapor, que conduz a uma umidade na madeira de 5 a 10 %, em cerca de seis dias, dependendo da finalidade de seu uso. Devido à rapidez do processo, um dos principais inconvenientes e que merece máxima atenção é o surgimento de rachaduras provocadas por tensões internas.
A secagem mista nada mais é do que a utilização conjugada dos dois métodos anteriores. Primeiramente a madeira é secada naturalmente e posteriormente emprega-se a secagem artificial para conseguir alcançar percentagens de umidade inferiores às alcançadas pela forma ao ar livre.
A madeira possui higroscopicidade, adequando o seu teor de umidade às condições ambientais em que se encontra. Logo, mesmo após secagem correta, continua sofrendo essas influências do ambiente externo, podendo ocorrer alterações em suas dimensões e mesmo assim, provocar deformações (Limeira, 2003; Szücs et al. 2006).
Em estudo visando observar a qualidade da madeira de Pinus serrada na Quarta Colônia de Imigração Italiana no Rio Grande do Sul, Gatto e colaboradores (2004) constataram que a secagem ao natural foi a principal forma utilizada. Porém, a quantidade de defeitos observados sugere mudanças e adequação de tecnologias. Isso porque 75% da madeira verde (recém-abatida) foi classificada como de primeira qualidade e após secagem natural, essa percentagem caiu para 45 %.
De acordo com Jankowsky (2002) e Limeira (2003), são as tensões de perda de umidade os grandes causadores dos defeitos provenientes nos diversos tipos de secagem da madeira. Essas não-conformidades são provocadas tanto durante processos de secamentos ineficientes como também durante a armazenagem em condições ambientais indesejadas (Costa, 2008). Os defeitos podem se manifestar diferentemente e os principais são:
- Rachaduras e fendas: são formadas devido às diferenças de umidade, gerando retrações nas direções radial e tangencial e que causam o aparecimento desses defeitos, geralmente após a secagem rápida da madeira nas primeiras horas (Quioirin, 2004; Szücs et al. 2006). A tensão provocada pelo diferencial de umidade gera ruptura do tecido lenhoso, podendo ser observadas visualmente como aberturas, principalmente nas extremidades das peças. Durante a secagem de toras, o tecido superficial seca mais rapidamente do que o interior, gerando uma tensão superior à resistência dos tecidos, provocando assim a sua ruptura nos locais onde há maiores quantidades de células parenquimatosas. Além das rachaduras superficiais, também há as rachaduras em favos, observadas no interior das peças provocadas por secagem artificial. Diferenças de tensões ocasionam o colapso da resistência das fibras no sentido perpendicular causando a deformação. Essas rachaduras também são chamadas de encruamentos, que ocorrem geralmente devido à secagem muito rápida e também desuniforme da madeira. O exterior da peça seca antes que o interior e quando esse último começa a secar se retrai de forma que a parte superior não consegue acompanhá-lo, ficando em compressão, formando-se as rachaduras. As fendas ou fendilhamentos também são provocadas pelas mesmas razões anteriores e são observadas como pequenas aberturas ao longo da peça (Costa, 2008; Rodriguez, 2009).
- Empenamento: consistem em qualquer torção ou distorção dos planos originais da superfície da peça, ou seja, nas três direções da tora (longitudinal, radial e tangencial). A madeira é um material ortotrópico, possuindo diferença comportamental de acordo com a orientação de suas fibras. É de acordo com essa forma que suas propriedades vão variar conforme esses eixos de origem (longitudinal, radial e tangencial) que são perpendiculares entre si. Há vários tipos de empenos, sendo os mais comuns os longitudinais, encanoados e os torcidos. Segundo Limeira (2003) o empenamento também pode ser chamado de curvamento, curvatura lateral, arqueamento e abaulamento, dependendo do sentido em que houve a distorção (Szücs et al. 2006).
O empenamento encanoado pode ocorrer quando uma das faces da peça seca mais rapidamente do que a outra, ou seja, há uma secagem irregular. Isso é comum quando uma das faces fica totalmente apoiada demorando mais para perder a umidade na superfície em relação à outra face, que está totalmente livre e em contato com o ar (Costa, 2008). Peças em forma de canoa ou aspecto acanaletado também podem surgir por diferença de estabilidade das dimensões radiais e tangenciais. O empenamento longitudinal também pode ser chamado de curvatura e ocorre quando há um afastamento de uma das faces ao plano original. Esse defeito é comum quando há irregularidades na grã (direção das fibras). O torcimento também ocorre por diferenciação na grã da madeira, que nesse caso, é espiralada (Jankowsky, 2002).
- Colapso: ocasionado devido às elevadas tensões de saída da água das células, levando à deformação. No colapso observam-se ondulações na superfície da madeira devido à quebra da resistência dessa pelas tensões provocadas durante seu secamento. Há alguns fatores que influem no colapso da madeira. Esses são: altas temperaturas no início da secagem, pequenos capilares da madeira e alta tensão superficial do material aquoso da madeira.
2. Defeitos de produção
Os defeitos da produção ocorrem logo após o abate da árvore, em seu desdobro e secagem. O desdobro da madeira ocorre geralmente nas serrarias, onde as toras das árvores são serradas, geralmente com serra-fita, em peças contendo dimensões definidas, sendo assim transformadas em tábuas, também chamadas de pranchões, contendo espessuras entre 7 a 20 cm (Limeira, 2003; Mendonça et al. apud Szücs et al. 2006). Os mesmos autores afirmam que cuidados com os equipamentos de desdobro devem ser tomados a fim de não provocar irregularidades dimensionais. Esses defeitos são bastante comuns prejudicando a qualidade da madeira para os seus diversos fins. A escolha inadequada do processo de desdobro também pode gerar defeitos, podendo inclusive haver seu agravamento após a secagem.
Um defeito visual comum em madeiras é a presença de queimaduras provocadas por máquinas. Quando os dentes das serras travam podem provocar um superaquecimento no local da peça que gera mudança da coloração da madeira, semelhante a uma queimadura (Common Defects...2009).
Segundo Neri et al. (2005) as serrarias possuem tecnologia e processo de desdobro variado, o que pode influenciar diretamente na qualidade da peça e no rendimento da madeira. Logo, uma pesquisa foi desenvolvida objetivando avaliar o rendimento de madeira de Pinus taeda submetida a três diferentes técnicas de desdobro primário, observando também os principais parâmetros que afetaram significativamente o processo. Para as três técnicas empregadas, esses parâmetros foram: equipamento de corte utilizado, forma de desdobro, tipo de produto serrado e espessura da serra, alguns desses também afetando o rendimento da madeira. O tipo de desdobro em forma de bloco para o fatiamento foi a técnica que apresentou melhores rendimentos de madeira (52 %).
Segundo Limeira (2003), os principais defeitos causados pela produção e desdobro são:
- Fraturas: quebras ou ausência de partes da peça, principalmente dos cantos, causadas por danos mecânicos, prejudicando sua aparência e conseqüentemente seu dimensionamento. As fraturas são defeitos ocasionados durante a serragem (Bueno, 2000).
- Fendas: Separação longitudinal das fibras pela perda de resistência causada por danos mecânicos.
- Danos do abate: Parte da peça danificada fisicamente, com machucaduras devido a danos durante a queda e corte da árvore (Bueno, 2000).
Como evitar defeitos de produção e secagem
De acordo com Limeira (2003), a época do corte da árvore pode ajudar a prevenir alguns dos principais defeitos de produção da madeira. Recomenda-se o abate durante os períodos mais frios do ano, onde a maioria das espécies encontram-se em repouso vegetativo, reduzindo-se a translocação de seiva e outras substâncias que são substratos para a proliferação de fungos, insetos e outros agentes depreciantes da madeira. Temperaturas mais amenas fazem com que a madeira cortada na época perca mais lentamente a umidade, diminuindo o aparecimento das fendas de retração.
Escolher as ferramentas e equipamentos adequados para o corte, desdobro e serra da madeira, efetuando estudos prévios de todos os fatores envolvidos no processo, também são medidas de prevenção de muitos defeitos. Alguns dos parâmetros que aumentam o rendimento da madeira, e conseqüentemente a sua qualidade, são: seleção das toras por classe diamétricas, tratamento otimizado de toras, otimização do sistema de desdobro através de softwares, visores óticos para detecção de defeitos durante o desdobro, feixes de laser e layout adequados aos sistemas de beneficiamentos, etc. (Néri et al. 2005).
O conhecimento das características físico-químicas e mecânicas das espécies arbóreas também contribui para a diminuição dos defeitos gerados durante o beneficiamento (Szücs et al. 2006;Rodriguez, 2009).
Uma das principais maneiras de evitar danos de produção e de secagem é o bom manejo florestal, o qual propicia homogeneidade nos povoamentos, tendo como conseqüência a diminuição de irregularidades (Szücs et al. 2006).
Além do estudo do maquinário e tecnologia ideal para prevenir defeitos de produção, treinamento de mão-de-obra durante esses processos, assim como revisão periódica das condições das ferramentas também são outras medidas preventivas aos defeitos (Néri et al. 2005; Szücs et al. 2006).
Com relação à secagem, o conhecimento das propriedades químico-físicas e mecânicas das espécies de madeira, assim como os principais fatores ambientais que influem no equilíbrio higroscópico da madeira poderiam evitar problemas de retração e posteriores surgimentos de defeitos. Revisões periódicas de estufas, monitoramento durante o processo de secagem e a realização de testes de prova de secagem, anteriores ao processo com grandes quantidades de peças, poderiam evitar danos e irregularidades. Muito importante seria que para cada tipo de madeira houvesse curvas de secagem pré-definidas e otimizadas. O armazenamento ideal após a secagem, bem como o tratamento com produtos impermeabilizantes após o secamento, também são medidas que evitam e retardam a reumidificação da madeira, ajudando assim na sua conservação (Costa, 2008; Rodriguez, 2009).
Considerações finais
A madeira, apesar de ser um bem renovável para a sociedade, torna-se cada vez mais escassa e difícil de ser reposta. Portanto, a busca pela melhor utilização e durabilidade das suas peças, assim como o uso racional estão crescendo em ritmos acelerados. As madeiras provenientes de reflorestamentos como as de Pinus e de eucalipto também ganham espaço no setor florestal devido à preferência no mercado externo, principalmente por possuírem em grande parte bons manejos florestais e selos verdes. Logo, as normas de classificação dos defeitos da madeira são bastante demandadas para a exportação desses produtos; no entanto, isso ainda não ocorre para o mercado interno no Brasil (Garcia e Ramos, 2008).
O mercado consumidor brasileiro também deveria ser melhor informado a respeito da classificação das madeiras, exigindo produtos que satisfaçam as suas necessidades, ou melhor, madeira com características ideais para cada finalidade (Carreira e Dias, 2003). De acordo com Szücs e colaboradores (2006) o mau emprego das peças é um dos principais fatores para a depreciação da madeira. Logo, a identificação das características das espécies, bem como a de seus principais defeitos, deveria ser do conhecimento dos profissionais que trabalham no setor buscando a prevenção desses problemas e conseqüentemente levando ao aumento dos lucros com a madeira de melhor qualidade.
Pesquisas sobre novas tecnologias de beneficiamento da madeira e de manejo florestal, que promovam a qualidade da madeira serrada e o bom rendimento de toras, precisariam ser incentivadas assim como seus resultados estendidos aos produtores e madeireiras promovendo assim a consciência da preservação ambiental e do uso sustentável da madeira (Néri et al. 2005).
Muita coisa tem acontecido nos anos mais recentes no Brasil em termos de redução de desperdícios nas indústrias que utilizam a madeira como matéria-prima. Entretanto, muitas vezes essas otimizações apenas se baseiam na queima dos resíduos para gerar energia, o que pode reduzir resíduos, mas não resolve o problema do mau uso das toras para a produção de peças de madeira serrada ou de móveis, painéis, etc. Portanto, estamos melhorando nossos processos, mas ainda há muito espaço para novas e desejadas otimizações.
Assinar:
Postagens (Atom)
